Biografia
Em 2025 participou do 3º Symphonic Classic Rock com a Orquestra Visconde de Porto Seguro e a banda Genesis Archives. Em 2026, sua obra de câmara “Migrazioni”, para violino e piano, teve estreia mundial no Teatro Rossetti, em Vasto, Itália, interpretada por Francesco D’Orazio e Giampaolo Nuti.
No mesmo ano lançou o álbum autoral de pop “MARK LAMBERT TO3” nas plataformas digitais.
Ao longo da carreira, apresentou-se em festivais como Rock in Rio (Brasil, Lisboa e Las Vegas), Montreux Jazz Festival, Montreal Jazz Festival, Savassi Festival, Rio das Ostras Jazz & Blues Festival, Bourbon Festival Paraty, entre muitos outros, além de turnês pela Europa, Japão, Indonésia, Israel, Tailândia e Américas do Norte e do Sul.
Há músicos que escolhem um gênero e o aprofundam. Lambert parece ter escolhido a travessia. Sua trajetória mostra algo raro: não apenas versatilidade técnica, mas fluência cultural — a capacidade de circular entre universos musicais distintos sem perder identidade. Isso não acontece por acaso; é resultado de curiosidade constante, disciplina e abertura estética. É o tipo de carreira que demonstra que a música, no fim das contas, é menos sobre rótulos e mais sobre linguagem — e sobre aprender a falar muitas delas com naturalidade.